Posts de Agosto, 2009|Página de posts mensais
Referência Bibliográfica 2
“A publicidade no terceiro setor” é o nome do projeto da mestranda em Comunicação Social, Lina Moreira, que utilizou uma matéria minha em sua pesquisa bibliográfica. A matéria citada, “Técnicas virtuosas”, foi escrita para a revista Marketing, em 2003.
Veja os trechos da minha matéria que ela, aluna da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), utilizou:
(…)A mídia também é impactada pelas ações sociais. Em 2002, a TV Globo, por exemplo, veiculou 61 campanhas desenvolvidas para organizações sem fins lucrativos, em 131 mil inserções que, se fossem pagas custariam R$ 40 milhões. (VALE, 2003,p.26)
Conforme pesquisa da Kanitz & Associados, as organizações que apóiam instituições beneficentes capturam 80% a mais de clientes e 60% dos consumidores se dispõem a trocar de marca em caso de isenção social. Esta também foi uma das razões para que 742 companhias adotassem o selo Empresa Amiga da Criança no ano de 2003. O selo foi criado em 1995 pela Fundação Abrinq pelos direitos da infância e juventude de crianças com idade entre zero e 18 anos (VALE, 2003, p.26) (…)”
Obrigada Lina, fiquei muito orgulhosa pelo seu trabalho!!
Para ler o texto dela na íntegra, clique na referência abaixo:
VALE, Rosália do. Técnicas Virtuosas.Marketing. São Paulo, p. 24-26, maio de 2003.p.
A mesma matéria também foi citada pela aluna Ana Paula Lima, da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), no projeto intitulado “Comunicação organizacional e o papel das relações públicas no fomento de ações socialmente responsáveis”. Os trechos utilizados por ela seguem abaixo:
“(…)A importância do desenvolvimento de ações socialmente responsáveis para a consolidação de uma imagem institucional favorável perante seus públicos tem feito com que organizações brasileiras dos mais variados setores econômicos incluam estas ações dentro de suas estratégias corporativas com o intuito de agregar valor às suas marcas/produtos e serviços. Este movimento pôde ser percebido ainda de uma maneira um tanto quanto tímida nos fins dos anos 80, sofrendo impulso significativo em meados da década passada. No início, ainda de forma pouco organizada, as empresas apenas doavam parte das suas receitas às entidades que praticavam filantropia.
Porém, logo perceberam quão era insuficiente este tipo de ação, e que para que estas ações se tornassem eficientes é necessário planejamento, traçar objetivos e metas que pudessem ser mensuradas, pesquisas, avaliações e o desenvolvimento e aprimoramento das chamadas ‘tecnologias sociais’ para que estas possam minimizar os impactos da desigualdade social com o dispêndio mínimo de recursos (VALE, 2003).O governo na atualidade, dando continuidade e lançando novos projetos de poltícas sociais, fez com que o número de empresas que atuam no terceiro setor no Brasil se proliferasse, não só em quantidade como também em qualidade, o que pode ser explicitado através de números, já que possui o país hoje cerca de 250 mil organizações sem fins lucrativos que empregam 1,5 milhões de pessoas (VALE, 2003).(…)”
Para ler o texto na íntegra, clique na referência abaixo:
Valeu Ana Paula!
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